Participando das duas partes do projeto, Lary explica como as transformações vividas por Anitta influenciaram a criação das canções.
Presente nas duas partes de Equilibrium, com músicas lançadas na primeira etapa do álbum e também na segunda, Lary afirma que o maior desafio foi compreender o momento vivido por Anitta e traduzir diferentes emoções em canções que dialogassem entre si, sem abrir mão da personalidade de cada uma.
Presente em “Ternura”, “Deus Existe”, “Não Me Cutuca”, “Tudo Isso”, “Deus Mãe” e “OKE”, a cantora e compositora explica que o trabalho começou muito antes da escrita das letras. O primeiro passo foi entender a narrativa que Anitta desejava construir ao longo do disco.
“Quando a gente entra em um projeto como esse, mergulha completamente no universo do artista. A Anitta compartilha muito do que está vivendo, das emoções, das dúvidas e das transformações que está passando. Ela se permite ser extremamente vulnerável, e isso dá à equipe criativa muitos elementos para trabalhar”
Segundo Lary, esse processo fez com que cada composição assumisse um papel específico dentro do álbum, sem perder a unidade proposta pelo projeto. “Cada música acaba representando um aspecto diferente dessa jornada. Eu acredito que, quando a composição parte da verdade, fica muito mais fácil criar histórias que realmente emocionam e geram identificação com o público”
Ao longo de Equilibrium, as seis faixas assinadas por Lary transitam por temas como espiritualidade, relações afetivas, força feminina e autoconhecimento. Embora cada canção tenha uma sonoridade e uma proposta distintas, todas nasceram da mesma intenção: traduzir em música um momento de transformação vivido por Anitta.
Para Lary, esse é um dos maiores desafios de quem trabalha nos bastidores da música: construir um repertório que respeite a identidade do artista sem repetir fórmulas. “Quando você entende quem é o artista naquele momento da vida, as músicas começam a encontrar seus próprios caminhos. Cada uma pede uma linguagem, uma emoção e uma forma diferente de se conectar com quem vai ouvir”
O resultado é um repertório que apresenta diferentes camadas da intérprete e reforça a importância do trabalho coletivo na construção de um álbum conceitual. Para ela, participar desse processo foi também um exercício de escuta e sensibilidade.
*Conteúdo estruturado pela I.A. do Aratu Online e revisado por um jornalista.



